Diego Eis

Produto, liderança e tecnologia.

Escrevo sobre gestão de produto, estratégia, times de tecnologia e o que aprendo no caminho.

Textos 381 publicações
  1. Procrastinação

    Eu sei, você também procrastina. O que fazer a respeito disso?

  2. Humildade para não perder a noção: PMs não são CEOs

    PMs não conseguem atender às expectativas da empresa devido à falta de experiência ou à rigidez na forma de trabalhar, ou ambos.

  3. Velocidade de aprendizado para prever problemas

    A habilidade de aprender rapidamente e aplicar o aprendizado a contextos novos e em mudança é fundamental para líderes e Product Managers.

  4. Sobre estratégia de produto

    Não existe uma diferença muito grande da definição entre o que é estratégia de negócio e estratégia de produto.

  5. Fale por último

    Crie a habilidade de guardar sua opinião.

  6. Pense no problema e no momento de uso, não na persona

    Criar personas com dados fictícios para representar os usuários impactados pelo produto é problemático, pois essas personas podem se tornar desatualizadas ao longo do tempo.

  7. Muito errado definir o mesmo processo para times diferentes

    Definir os mesmos processos e formas de comunicação para times com contextos e dinâmicas diferentes não funcionará. Cada time deve adaptar seus métodos, frameworks e ferramentas ao seu contexto específico.

  8. Usuário ativo não é o mesmo que usuário engajado

    Engajamento leva a retenção. Mas só se o engajamento inicial fazer o usuário perceber valor durante a experiência de uso.

  9. PMs, funil e dinheiro

    PMs, especialmente em growth e B2C, devem ser responsáveis pelos resultados de receita. Não importa o que digam. A ativação e aquisição podem ser deixadas para o marketing, inclusive os PMMs. Porém, o produto é responsável por engajar o usuário por meio da experiência até a conversão.

  10. Sustentabilidade e Essencialismo: a forma de atuar das Startups reais

    Quais as características similares de startups como Basecamp e Gumroad, que priorizam sustentabilidade e essencialismo?