Diego Eis

Produto, liderança e tecnologia.

Escrevo sobre gestão de produto, estratégia, times de tecnologia e o que aprendo no caminho.

Textos 380 publicações
  1. O teatro da transformação digital - Por que essas iniciativas foram só uma encenação cara?

    O teatro da transformação acontece quando organizações executam atividades que parecem transformadoras na superfície, mas não mudam como as pessoas trabalham ou como a empresa opera.

  2. PMs escrevendo user stories pode estar sabotando a eficiência do seu time

  3. Qual é a sua identidade?

    Mudamos hábitos quando mudamos identidade, não o contrário. Mas cuidado: sua identidade pode se tornar uma prisão. Como descobri isso na pele com o Tableless e o que aprendi sobre flexibilidade.

  4. Mudanças de prioridade destroem mais times do que falta de metodologia

    A alta liderança muda de prioridade como se fosse um hobby masoquista, os PMs continuam entregando escopo mal feito para o time, enquanto designers, QAs e devs deveriam tomar uma posição mais pró-ativa no processo de escrita de história.

  5. A grande oportunidade perdida do Design no mercado de Produtos

    Como uma oportunidade histórica pode ter sido desperdiçada?

  6. Estratégia de Negócio e Produto do Figma

    Como uma ferramenta de design virou o sistema operacional dos produtos digitais. Esta é uma pequena análise sobre a estratégia de negócio e produto do Figma.

  7. Sobre o acumulo de responsabilidades nas pessoas de produto

    Como o crescimento acelerado transforma gestão de produto em "faz-tudo" e por que isso mata a inovação no longo prazo.

  8. A mediocridade sistêmica dos profissionais de produtos

    Uma reflexão sobre como perdemos o zelo pelo trabalho enquanto alguns poucos mudam o mundo

  9. A taxa de conversão não diz muita coisa. Pelo menos não sozinha

    Discutir taxa de conversão sem ter um olhar mais amplo é miopia ou ignorância mesmo.

  10. Equilibrar conselhos internos e externos - Por que o santo de fora faz mais milagre?

    Toda empresa adora ouvir “especialista de fora”. Basta alguém interno sugerir algo e é ignorado. Aí vem o consultor e—milagre!—a mesma ideia vira ouro. Por que a voz de dentro perde valor tão fácil? Falta liderança ou excesso de palco?