O jogo da AI não é sobre tecnologia, mas sobre distribuição
Modelos de AI viraram commodity. Empresas queimam caixa em benchmarks enquanto o jogo real é distribuição, contexto e hábito.
Diego Eis
Escrevo sobre gestão de produto, estratégia, times de tecnologia e o que aprendo no caminho.
O teatro da transformação acontece quando organizações executam atividades que parecem transformadoras na superfície, mas não mudam como as pessoas trabalham ou como a empresa opera.
A alta liderança muda de prioridade como se fosse um hobby masoquista, os PMs continuam entregando escopo mal feito para o time, enquanto designers, QAs e devs deveriam tomar uma posição mais pró-ativa no processo de escrita de história.
Toda empresa adora ouvir “especialista de fora”. Basta alguém interno sugerir algo e é ignorado. Aí vem o consultor e—milagre!—a mesma ideia vira ouro. Por que a voz de dentro perde valor tão fácil? Falta liderança ou excesso de palco?